sábado, 8 de abril de 2006

Beleza

Palavra de sentido improcedente, porém limitado aos olhos de muitos. Dentre de todas as expressões que a língua podia conceder ou ainda a explicação por quem a palavra expressa, seria enfático, no sentido em que beleza seria qualidade do que é belo. Ora, de onde vem tal precedente para belo e como podemos enfatizar tal noção de beleza?
O que seria belo? Seria apenas um olhar capaz de defini-lo? Uma empatia apenas? Ou um lampejo de olhos que, exasperado pela espera, encontra então o suposto sentido da beleza, do amor e da alma.
Não há como definir beleza, assim como não há meios para definir outrém apenas pelos belos olhos, cabelo ou face. Estamos subjulgados a um estereotipo de beleza que ao decorrer dos anos se mostra apenas insatisfatório e momentâneo, o activismo de beleza. Padroes pré-estabelecidos pelo comodismo humano, a restrição do conhecer, do revelar-se como beleza procedente de uma verdade mais activa que supostamente os traços físicos, bem como as nossas expressões.
De entre todos os adjectivos e derivados de beleza que existem no meu linguajar, poderia expressar-te tudo aquilo que tornas evidente a mim como qualidade derivada de belo: Importante. Seria a minha definição perfeita entre os meus sentidos e palavras pois assim és a mim, aos meus olhos, aos meus anseios, ao meu coração e tudo que o que se vagueia no meu introspectivo que descubra o real sentido da beleza, longe de pre-definições ou opiniões indiferentes e desligadas da nossa real essência.
Então, hoje se me perguntares o que seria a beleza real diria de uma forma física, limitade e estética, seria apenas o embrulho de tal dádiva. Porém, se perguntares tudo o que és e representas para mim, eu diria: És a maior importância do meu viver, a minha real beleza...