
Primeiramente, quero pedir as minhas desculpas pela minha ausência deste blog, mas os motivos foram sem dúvida importantes: os testes da escola.
Hoje vou falar-vos de uns animais que me fascinam imenso, muito por culpa (não vou mentir) do último anúncio televisivo da Vodafone. Pois claro, estou a falar das efémeras.
As efémeras, como se sabe, vivem apenas um único dia. Pois esse dia de vida destina-se apenas ao amor! Tudo começa quando os machos perante os raios de luz, artificial ou natural, começam a executar as suas danças que são um misto de cabriolas, “loopings”... Eles nasceram há pouco, não comeram nem beberam. Aliás, não comerão nem beberão. Eles nasceram para o amor, e só por isso viram a luz do dia. Depois disso, morrerão.
Enquanto os machos executam as suas danças, que não são mais do que o chamar das fêmeas, estas, escondidas, analisam os seus parceiros com interesse. De súbito, quando as danças já as convenceram, irrompem como que em holocausto, e surgem em pleno espaço na beleza total das suas cores e alegria de viver. Os machos precipitam-se sobre elas, e de todos apenas um consegue realizar o casamento, e fá-lo plenamente, porque sabe que depois morrerá. O amor, desta maneira, atinge os pícaros da tragédia.
Devemos seguir o exemplo dás efémeras na nossa vida. É óbvio que não vou estou a dizer para andarem aí a dançar no meio da rua, nada disso. Aproveitar a vida como elas é o que vos aconselho. Porque nunca saberemos quando será o último dia…
Dedicado a alguém especial