sexta-feira, 23 de Dezembro de 2005

Ele existe!

Natal...época das rabanadas, das iluminações, da árvore de Natal, do amor, do bacalhau, das renas, das compras, da solidariedade, da Leopoldina, do Natal dos Hospitais, dos brinquedos, da partilha, da alegria, do entendimento, do bacalhau, das compras, da Leopoldina, das prendinhas, do amor, do amor, do amor, do Pai-Natal...
Vou falar-vos do Pai-Natal. Esta personagem teve origem em S.Nicolau, um santo bastante conhecido entre os cristãos ortodoxos, especialmente pelos russos. Este senhor Nicolau viajava muito, correu meio mundo, e tinha o hábito de distribuir presentes pelas crianças mais necessitadas. Depois disso foi fazendo uns milagres, conduzindo a uma veneração distribuida por todos os países da Europa. A Reforma Protestante fez com que o culto a S. Nicolau desaparecesse por toda a Europa, excepto na Holanda, onde a tradição se transportou até New Amsterdam (actual New York), onde, devido ao uso do inglês, ficou conhecido como Santa Claus.
A imagem do Pai-Natal tal como a conhecemos hoje foi criada em 1931 por um sueco chamado Haddon Sundblon, numa tentativa extremamente bem sucedida da Coca-Cola em conquistar o público infantil.
Quero desejar aos leitores de todo o mundo um Feliz Natal!
Fröhliche Weihnachten (Alemanha), Zalige Kertfeest (Bélgica), Tchestito Rojdestvo Hristovo, Tchestita Koleda (Bulgária), Sheng Tan Kuai Loh (China), Sretan Bozic (Croácia), Glaedelig Jul (Dinamarca), Srecen Bozic (Eslovénia), , Feliz Navidad (Espanha), Merry Christmas (Estados Unidos), Hauskaa Joulua (Finlândia), Joyeux Noel (França), Eftihismena Christougenna (Grécia), Hartelijke Kerstroeten (Holanda), Happy Christmas (Inglaterra), Nodlig mhaith chugnat (Irlanda), Buon Natale (Itália), Feliz Navidad (México), Gledelig Jul (Noruega), Nadolig Llawen (País de Gales), Boze Narodzenie (Polónia), Feliz Natal (Portugal), Sarbatori vesele (Roménia), Hristos Razdajetsja (Rússia), God Jul (Suécia).

sábado, 10 de Dezembro de 2005

"As efémeras têm uma esperança de vida de apenas um dia. Será que elas se importam com isso? Nem um bocadinho..."


Primeiramente, quero pedir as minhas desculpas pela minha ausência deste blog, mas os motivos foram sem dúvida importantes: os testes da escola.

Hoje vou falar-vos de uns animais que me fascinam imenso, muito por culpa (não vou mentir) do último anúncio televisivo da Vodafone. Pois claro, estou a falar das efémeras.

As efémeras, como se sabe, vivem apenas um único dia. Pois esse dia de vida destina-se apenas ao amor! Tudo começa quando os machos perante os raios de luz, artificial ou natural, começam a executar as suas danças que são um misto de cabriolas, “loopings”... Eles nasceram há pouco, não comeram nem beberam. Aliás, não comerão nem beberão. Eles nasceram para o amor, e só por isso viram a luz do dia. Depois disso, morrerão.

Enquanto os machos executam as suas danças, que não são mais do que o chamar das fêmeas, estas, escondidas, analisam os seus parceiros com interesse. De súbito, quando as danças já as convenceram, irrompem como que em holocausto, e surgem em pleno espaço na beleza total das suas cores e alegria de viver. Os machos precipitam-se sobre elas, e de todos apenas um consegue realizar o casamento, e fá-lo plenamente, porque sabe que depois morrerá. O amor, desta maneira, atinge os pícaros da tragédia.

Devemos seguir o exemplo dás efémeras na nossa vida. É óbvio que não vou estou a dizer para andarem aí a dançar no meio da rua, nada disso. Aproveitar a vida como elas é o que vos aconselho. Porque nunca saberemos quando será o último dia…

Dedicado a alguém especial